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Pontos de Referência no Mapa

por talita.mendes

Uma nova versão do Ônibus Recife está no ar. A partir de agora, é possível visualizar no mapa pontos de referência com ícones personalizados de acordo com a sua categoria: escola, loja, hospital, posto policial, restaurante, entre outros. Além da visualização no mapa, os pontos de referência poderão ser cadastrados pelos usuários, servindo como sugestões nas buscas realizadas através dos campos de origem e destino.

Assim, o Ônibus Recife abre de vez as suas portas para a colaboração. Os usuários do sistema passam a ser fundamentais para o enriquecimento dos dados disponibilizados. Para tanto, agora é possível inserir fotos e vídeos das paradas de ônibus, como dito no último post, e acrescentar seus pontos de interesse.

Colaborem!

Novidades na colaboração

por edgar.figueiredo

Agora os usuários do Ônibus Recife poderão compartilhar fotos e vídeos dos pontos de ônibus.

Ao clicar em uma parada no mapa, o usuário verá as fotos e vídeos adicionados pela comunidade além de poder colaborar enviando suas próprias informações.

Esperamos que todos gostem desta nova funcionalidade e aguardem pela próxima versão, onde será possível adicionar também pontos de referência (bares, restaurantes, supermercados e etc.) ao mapa, deixando o sistema ainda mais completo!

Onibus Recife no Carnaval 2009

por fernando.kakimoto

O Ônibus Recife, assim como o resto da cidade, entrou no clima do carnaval. Hoje, foram incluídas algumas novidades no serviço, como por exemplo, um novo tema, a opção de rotas de taxi, widget com os pólos do carnaval, além da inclusão de 17 novas linhas de ônibus.

Visando ajudar os foliões, o Ônibus Recife incluiu em seu sistema linhas de ônibus que passam pelos 16 pólos carnavalescos da cidade. Os pólos foram incluídos como pontos de referência do serviço e ganharam um espaço especial no widget do site, o qual pode ser adicionado em sua própria página pessoal. Desta forma, chegar no maior carnaval do país ficou muito mais fácil.

Além das rotas de ônibus, o serviço oferece a opção de usar táxi. Para isso, o usuário deverá realizar previamente uma busca padrão de ônibus e um link para a opção de táxi será exibido em cima do resultado da busca. Na opção de táxi, são disponibilizados o tempo e o preço aproximado da viagem, tanto em Bandeira 1, como em Bandeira 2.

Finalmente, o Ônibus Recife também vestiu a sua fantasia, apresentando um layout exclusivo para o carnaval 2009. Portanto, se for beber nesse carnaval, já sabe: vá de ônibus -> http://www.onibusrecife.com.br.

Rotas alternativas

por kval

O Onibus Recife está com novidades, agora é possível consultar caminhos alternativos para chegar ao destino. A busca padrão retorna até 3 resultados alternativos com ônibus diferentes. A nova funcionalidade já sendo usada internamente, após alguns retoques colocamos no ar nesta segunda feira.

Outra novidade é a possibilidade de não incluir o metrô nos resultados. Como há pessoas que não gostam de usar as linhas de metrô, colocamos a opção dentro das opções avançadas. Basta desmarcar “Posso usar metrô”, e o resultado não incluirá mais as linhas de metrô.

Confira em www.onibusrecife.com.br.

Novas linhas e novas funcionalidades

por kval

Mais 12 novas linhas foram incluidas no Onibus Recife, entre elas, Dois Irmãos (Rui Barbosa).  Também há outras novidades como a desambiguação de endereços na busca e o FAQ.

Regularmente, a equipe do Onibus Recife coloca novas funcionalidades e melhorias no ar. A partir dessa semana, está disponível um FAQ com respostas para as perguntas mais feitas à equipe. Também disponibilizamos nossa política de privacidade para que ninguém deixe de usar o serviço por receio do que vamos fazer com seus dados.

Agora também é possível colocar no seu próprio site um componente do Onibus Recife (como o que aparece aqui ao lado): basta acessar www.onibusrecife.com.br/widgetsetup e configurar seu componente.

Está no ar! - onibusrecife.com.br

por edgar.figueiredo

Nós da equipe do vEye estamos extremamente orgulhosos de anunciar o lançamento do nosso primeiro produto: o Omnibus!

Desenvolvido com o intuito de ajudar os usuários de transporte público da Região Metropolitana do Recife a encontrarem suas rotas de ônibus e metrô, o Omnibus funciona de forma simples: basta digitar o endereço do Omnibus no seu navegador (www.onibusrecife.com.br), informar daonde você quer partir e aonde você quer chegar e pronto! Você receberá uma rota explicando como chegar à parada de ônibus ou estação de metrô mais próxima, qual linha deverá tomar e uma estimativa de custo e tempo de viagem. Para se orientar ainda melhor o usuário ainda conta com o apoio de um mapa dinâmico e de pontos de referência ao longo da descrição da rota.

Versão light

Seguindo os parâmetros de acessibilidade que norteiam todos os projetos da equipe, o Omnibus conta com uma versão totalmente compatível com softwares leitores de tela (”screen readers“), tornando o serviço acessível para deficientes visuais. Esta versão “light” também pode ser usada através do seu celular, basta apontar para o endereço onibusrecife.com.br/mobile

O que você está esperando? Acesse agora mesmo www.onibusrecife.com.br e dê-nos sua opinião!

Falando em Agile 2008

por kval

Nos dias 22 e 23 de outubro aconteceu em São Paulo o Falando em Agile 2008, promovido pela Caelum. Eu estive lá e vou contar como foi o encontro.
O evento incluiu palestrantes renomados como o David Anderson, diversos cases muito interessantes, como o da introdução de SCRUM na Globo.com e o do uso de metodologias ágeis nas forças armadas brasileiras.
Após o café da manha de boas vindas, dia começou com a palestra de David Anderson, que foi a grande atração do evento. Em uma palestra inédita, ele falou sobre sua receita para o sucesso em projetos de software: focar em qualidade, reduzir o work-in-progress, balencear demanda e vazão e priorizar, e um passo extra, para os mais avançados, reduzir a variabilidade no processo. Ele apresentou o kanban para processo ágeis, como uma forma de substituir a priorização do product backlog. Ao ser questionado sobre o perigo de trazer técnicas de outros nichos, como da industria automobilística, comentou que o que pode ser perigoso fazer mapeamento análogo de práticas , mas podemos mapear os valores e princípios utilizados em quaisquer nichos e obteremos grandes resultados.
Iniciando a tarde, Danilo Sato e Fancisco Trindade falaram sobre anti-patterns de adoção ágil. Toda a palestra trouxe suas experiências em projetos passados, e principalmente nos mais recentes como consultores da Thougthworks. Danilo falou do perigo de seguir receitas prontas, e se contentar com elas. Ele comentou que as receitas só levam a equipe a um certo nível de melhora, entender os princípios é que ajuda a improvizar e alcançar níveis mais altos.
Adail Ratamal, da Heptagon, falou de técnicas de pensamento ágil. Ele é um entusiasta do FDD e da teoria das restrições, demonstrou o uso de mind maps e árvores e diagramas utilizados na TOC.
O case da SEA tecnologia seguiu apresentando a utilização de scrum e técnicas ágeis em um ambiente militar. A apresentação foi muito rica, mostrando os impedimentos e as soluções encontradas pela equipe que era formada por funcionários da SEA e por oficiais e funcionários das forças armadas. A grande mensagem que ficou, sem dúvida foi a da importancia de construir uma relação de confiança com o cliente e de que isso passa por transparência e competência.
O José Papo entrou em cena para substituir o Edmilson Miyasaki, da Caelum, que não pode comparecer. Papo falou sobre contratos de aquisição progressiva envolvendo contratos guarda-chuva e adendos. Os primeiros contratos poderiam ser feitos baseados em horas trabalhadas, e os demais podem ser melhor medidos com base no progresso da equipe. Também falou um pouco sobre a possibilidade de se contratar com base em pontos de função. Apesar de ser uma forma interessante de medir a complexidade do software, é complicado para transformá-la em medida de esforço da equipe.
Fechando o dia, Guilherme Chapiewsky, da globo.com falou sobre liderança ágil. A apresentação focou nas ideias de líder servidor, e no princípio de que equipes ágeis devem ser autogerenciadas. Nesse ambiente, o líder deve dar direcionamentos, sem exercer micro-gerência sobre seus liderados. Suas ideias se aproximam das ideias de líderes Lean, que estão por dentro do que está ocorrendo no projeto, inclusive em nível elevado de detalhes, mesmo sem necessariamente meter a mão na lama. Não porque não sabem, mas porque não precisam.
A sexta-feira começou com o keynote de Alexandre Magno, da Caelum. Ele apresentou com riquesa de detalhes como as áreas de conhecimento do PMBok seriam cobertas pelo scrum e por processos ágeis em geral.
Danilo Badursco, a apresentação dele foi excelente, repetindo a palestra realizada anteriormente aqui em Recife, com algumas atualizações. Os slides estão disponíveis aqui.
Baseados no Fearless Change, de Linda Rising, Fabio Kon e Daniel Cukler da agilcoop mostraram padrões para adoção de novas idéias.
Daniel Wildt, gaúcho, contou sua vivência em projetos ágeis em projetos na dell, com equipes distribuídas.
Antonio Carlos Silveira, ex-globo.com, atualmente no Yahoo! Brasil falou da importância de manter um relacionamento confiável com o product owner. Para ele, o PO também faz parte da equipe, e deve se comprometer. Ele falou dos perigos de se ter um PO técnico. Falou da importância de se ter uma visão do produto e de sempre estabelecer uma meta clara de cada sprint.
Fechando o encontro, Philip Calçado. Ele mostrou dois casos interessantes de problemas envolvendo equipes em projetos ágeis. A principal deixada por Philip foi a da caultela na hora de improvisar em cima de métodos ágeis, principalmente na hora de retirar ou mudar alguma prática. É preciso sempre ter em mente que as práticas são interdependentes e que é difícil mensurar o impacto caso modifiquemos alguma práticas.
Conclusões
O evento foi excelente. As palestras e os cases muito bem apresentados. Achei um pouco fraco de discussões e com pouco tempo para perguntas, talvez pelas lembranças das muvucas do Extreme Programming Brasil 2004. Como não poderia deixar de ser, um quadro de retrospectiva para colher o feedback dos participantes. Tenho certeza que a próxima iteração será ainda melhor.

Ri melhor… quem falha primeiro!

por kval

É assim que começa a saga de mais um projeto ágil: percalços. Problemas a resolver. O que é bom disso tudo? Há espaço e tempo para aprender e corrigir o rumo das coisas. Essa uma das maiores vantagens de utilizar ciclos curtos de desenvolvimento, aliados a retrospectivas. Em uma semana dá pra perceber que aquela decisão da semana passada foi errada, e vai ser mudada na próxima semana.

Foi aí que veio uma questão interessante: quantos projetos não estão errando há anos e nunca pararam para fazer um auto-exame? Aqui a gente pára toda sexta e discute o que deu certo e o que precisa melhorar. Todos reunem-se, discutem, aprendem e resolvem impedimentos.

“Ah! Mas aqui na empresa nós usamos RUP. Não há espaço pra retrospectivas.” - Nesse caso não esqueça de realizar sua reunião de post-mortem e lições aprendidas ao fim de cada iteração.

Novidades no Tech-Ed 2008

por edgar.figueiredo

Aqui no vEye nós usamos tecnologias de desenvolvimento Microsoft (ASP.NET 3.5, C#3.0, Visual Studio 2008) então nada mais natural que estivéssemos presentes no maior evento técnico de tecnologia Microsoft do Brasil, o Tech Ed. Em termos de infra-estrutura o evento deixou um pouco a desejar, mas em linhas gerais foi um bom evento e deu pra extrair muita coisa das palestras. Aqui vão alguns pontos-chave do evento:

Steve Ballmer fala sobre Dynamic IT

Definitivamente o ponto alto do evento foi a presença do CEO da Microsoft Corp., Steve Ballmer. Bem-humorado e bastante ativo, ele falou sobre TI Dinâmica e os quatro caminhos que são o alicerce desse conceito, nos quais a Microsoft está investindo bastante na definição de seus produtos: Virtualização, Interoperabilidade, Software como Serviço e Experiência de Usuário.

Para nós aqui do vEye, esses dois itens são certamente os mais importantes pois englobam o modelo de negócios sugerido pelos nossos produtos e o foco principal no processo de desenvolvimento dos mesmos. Enxergamos o modelo de software como serviço uma maneira de atingir um público maior e de ter tecnologia não apenas acessível, mas também disponível a todos aqueles que precisarem, a qualquer hora. Com isso em vista, nosso processo de desenvolvimento é centrado no usuário para que, uma vez finalizados, nossos produtos ofereçam uma experiência rica e agradável.

A transcrição completa do keynote de Ballmer pode ser vista aqui.

Novidades e melhores práticas em desenvolvimento

Rafael Godin, especialista em desenvolvimento pela MS Brasil, mostrou as novidades do .NET Framework 3.5 SP1 e do Visual Studio 2008 SP1. Com o lançamento dos Service Packs, a Microsoft investiu bastante em facilitar a abstração do acesso aos dados com ADO.NET Entity Framework e Data Services, além do ASP.NET Dynamic Data. O framework também tem melhorias em relação ao Ajax, com a habilidade de manipular ações como voltar e avançar (History) e a capacidade de se combinar váris scripts em um único arquivo (Script Combining)

Além de conhecer novidades tecnológicas, tivemos a oportunidade também de aprender sobre melhores práticas com C#3.0. Já que essa nova versão da linguagem trouxe tantas facilidades e “açúcares sintáticos” é sempre bom estarmos antenados em práticas que aumentam a legibilidade do código e em alguns casos até mesmo a performance da nossa aplicação. Acho que isso cabe até mesmo em um futuro post à parte :)

Outra sensação no mundo Microsoft é o lançamento do Internet Explorer 8, previsto para este ano. São muitas as novidades que este navegador está trazendo, mas a principal delas eu diria que é o forte acoplamento aos padrões Web. Conforme o keynote do Ballmer, interoperabilidade é uma grande preocupação na Microsoft esses dias.

Software como serviço e Experiência do Usuário

Como Steve Ballmer já tinha falado, estes dois tópicos são essenciais no conceito de TI Dinâmica e houve bastante foco das palestras nestes dois assuntos. Galileu Vieira nos mostrou como o poder do processamento local combinado com informações da internet podem potencializar o modelo de Software como Serviço. Um bom exemplo disso é o Photosynth que futuramente será combinado com tecnologias GIS permitindo a geolocalização e reconstrução de ambientes reais em 3D à partir de fotos.

Na questão de experiência do usuário, Alex Souza nos mostrou que projetar uma experiência rica não é algo subjetivo e incerto e sim uma atividade que pode ser medida e bem definida de forma objetiva para evitar falhas e aumentar a chance aceitação pelo usuário final. Existem técnicas que nos permitem medir a quantidade de satisfação que um usuário tem com uma determinada interface além da quantidade de distração que está sendo causada. Estas também merecem um post à parte.

Conclusão

O vEye marcou presença no Tech Ed e estes foram apenas os pontos principais das palestras que mais se destacaram no evento. Esperamos que os conhecimentos adquiridos e compartilhados se traduzam em melhores serviços oferecidos aos usuários de nossos projetos. :)

Scrum no vEye

por kval

Aqui no vEye nós usamos SCRUM, uma metodologia ágil para gestão de projetos.

A introdução abaixo foi baseado no post do blog do dojofloripa.

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Scrum em 2 minutos

  1. O que é Scrum?

    Scrum é uma metodologia ágil para gerência de projetos. Ela é baseada em ciclos de 30 dias (ou menos) chamados Sprints, onde se trabalha para alcançar objetivos bem definidos. Estes objetivos são representados no Product Backlog, uma lista de coisas para fazer que é atualizada e repriorizada a cada início de Sprint.

  2. Quais são os papéis?
    • Equipe: responsável por entregar soluções, geralmente é formada por um grupo pequeno (entre 5 e 9 pessoas), sem papéis específios definidos e que trabalha de forma auto-gerenciada;
    • Product Owner: responsável pela visão de negócios do projeto, é ele quem define e prioriza o Product Backlog. Geralmente é o papel desempenhado pelo cliente;
    • Scrum Master: é uma mistura de gerente, facilitador e mediador. Seu papel é remover obstáculos da equipe e assegurar que as práticas de Scrum estão sendo executadas com eficiência.
  3. Como funciona?
    • Definição do Backlog: todas as funcionalidades ou mudanças no produto são definidas pelo Product Owner no Product Backlog. Esta lista é priorizada para refletir a necessidade dos clientes ou demandas do mercado. Os itens do topo da lista são destacados para serem entregues no final do próximo Sprint.
    • Andamento do Sprint: durante o Sprint, os itens do Product Backlog que devem ser entregues são agora tratados no Sprint Backlog. As tarefas agora são responsabilidade da Equipe, que tem autonomia para decidir como elas devem ser executadas.
    • Reuniões Diárias: o Scrum Master se reune diariamente com a Equipe num mesmo horário, para que se reporte:
      • O que foi feito ontem?
      • O que se pretende fazer hoje?
      • Quais são os impedimentos que estão atrapalhando a execução das tarefas?
    • Revisões: no final do Sprint a Equipe demonstra os resultados para o Product Owner e demais interessados, de forma que os itens do Backlog sejam considerados prontos e então possa se iniciar um novo Sprint.

scrum overview

Scrum é simples e altamente disciplinado. Maiores informações estão em Scrum in Five Minutes. Ou na página oficial do scrum www.controlchaos.com

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